#Viagem | America Net Mobile

Oi gente!
Hoje eu tenho uma dica mega incrível para vocês! Neste fim de ano viajei para Miami e Orlando, nos Estados Unidos. E nesta viagem usei o chip da America Net Mobile – uma operadora de telefonia celular com cobertura nacional e interligação com as principais redes nos Estados Unidos.

Mega aprovada! Fiquei conectado 24h por dia, atualizei as redes sociais, me comuniquei com a família e me localizei muito fácil nas cidades que visitei (waze sempre haha). Meu chip tinha 5GB de internet em alta velocidade (foi o suficiente, tanto que até sobrou), também com direito à ligações para número fixo no Brasil ilimitado, ligações ilimitadas para os EUA e 100 minutos para qualquer móvel do Brasil durante um mês.

Eles entregaram o chip em casa, já sai do Brasil com ele em mãos e quando cheguei no destino já estava conectado! Fica a dica para quem for viajar nos próximos meses! Acompanhe as redes sociais da America Net Mobile – Facebook, Instagram e Twitter!!

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#Livros | Nossa Música


Ally e Charlotte poderiam ter sido grandes amigas se David nunca tivesse entrado em suas vidas. Mas ele entrou e, depois de ser o primeiro grande amor (e também a primeira grande desilusão) de Ally, casou-se com Charlotte.
Oito anos depois do último encontro, o que Ally menos deseja é rever o ex e sua bela esposa. Porém, o destino tem planos diferentes e, ao longo de uma noite decisiva, as duas mulheres se reencontram na sala de espera de um hospital, temendo pela vida de seus maridos. Diante de incertezas que achavam ter vencido, elas precisarão repensar antigas decisões e superar o passado para salvar aqueles que amam.
Com a delicadeza tão presente em seus livros, Dani Atkins mais uma vez nos traz uma história de emoções à flor da pele, um drama familiar comovente que não deixará nenhum leitor indiferente.
Autora: Dani Atkins
Editora: Arqueiro
Páginas: 368
Skoob
Onde Comprar: Americanas | Submarino | Saraiva | Fnac

Oi gente!
Vamos conferir a nossa primeira dica literária de 2018? Na verdade, não é um livro lançamento… Faz tempo que “Nossa Música” estava na minha estante, mas eu ainda não tinha lido. Aproveitei os últimos dias do ano, que estava de folga , para finalmente tirar esse livro da listinha de pendentes! Aliás, muitas pessoas já haviam me indicado a literatura da Dani Atkins, porém eu ainda não tinha conferido nada dela – “Nossa Música” foi o primeiro e eu simplesmente amei, que livro emocionante!

Ally e Charlotte se reencontram, após muitos anos, na sala de espera de um hospital, no qual seus maridos lutam por suas vidas. Ambas poderiam ter sido amigas, se David, marido de Charlotte, não tivesse sido o primeiro amor e primeira decepção de Ally. Agora, em uma situação em que nunca se imaginaram, as duas serão obrigadas a olhar para o passado de que tentam fugir e reavaliar certos aspectos de suas próprias vidas.

A sinopse já se mostrava interessante e a história foi bem desenvolvida pela autora. O livro é narrado em terceira pessoa – com exceção do primeiro e último capítulo – e é intercalado pelas duas personagens femininas Ally e Charlotte. A cada capítulo, vemos a história narrada por uma delas, e assim, percebemos seus pontos de vistas, seus sentimentos e desejos. A narrativa não segue uma linha temporal, várias vezes a autora utiliza de flashbacks das personagens para relembrar a história já vivida por elas.

Confesso que no início do livro detestei a Charlotte. O desenvolver da história nos faz simpatizar mais com a Ally e sentir todo o sofrimento que ela passa ao longo da vida devido sua desilusão amorosa com David. Tudo bem que ela foi bem cabeça dura no começo, com algumas atitudes questionáveis, mas ainda assim nos sentimos mal junto com a personagem. O quarto protagonista desta história é Joe – atual marido de Ally – que no início sofre um acidente ao salvar um garoto que estava se afogando. Ele é um dos mais queridos de todos os personagens e o que mais causa tristeza ao leitor (não vou dar spoilers).

Durante os momentos de narrativa do passado, eu já comecei a deduzir o que tinha acontecido para que David e Ally não fossem casados. Eles eram um casal completamente diferente, mas que se amavam mais de que tudo. Charlotte sempre soube disso e mesmo agora com o marido lutando pela vida após uma doença no coração, ela ainda vê Ally como uma ameaça à tudo que ela conquistou. Afinal ela foi o primeiro amor de David. A mulher que ainda possui metade do coração dele. Enfim, todos os personagens estão unidos por culpa e questões mal resolvidas do passado.

Outro ponto positivo que destaco é a ótima edição da Editora Arqueiro – incluindo a capa que está maravilhosa. Porém, destaco apenas um ponto negativo – o final foi um pouco óbvio.

“Nossa Música” traz uma linda mensagem de como a vida pode ser breve e que precisamos estar prontos para o que der e vier. Uma história sobre amor, bondade e transformação. Um livro super sensível que, com certeza vai trazer a sua emoção a flor da pele.

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#Séries | 2ª temporada de The Crown

Oi gente,
Bora começar o ano com uma super dica! No final de 2017 eu assisti a 2ª temporada de The Crown, mas deixei para falar dela agora. A série mais cara produzida pela Netflix continua com cenários, figurinos e atuações impecáveis. E antes que eu me esqueça, a resenha tem SPOILERS!!

A série conta a história, baseada em fatos reais, da monarquia inglesa, centrada na rainha Elizabeth 2ª (Claire Foy), que está no trono britânico desde 1952, quando assumiu aos 25 anos. A nova temporada se passa entre os anos 1956 e 1963, mostrando o relacionamento da Inglaterra com outros países em eventos chaves, como a tensão com o Egito do ditador Nasser e o controle do canal de Suez, a quase conversão de Gana em uma República Socialista, a descoberta de um informante nazista dentro da alta corte inglesa durante a Segunda Guerra e a visita do casal Kennedy.

A produção também explora a vida do Duque de Edimburgo (Matt Smith), mostrando como sua infância e educação impactaram no homem, no pai e no Príncipe Consorte que viria a ser. O ator Matt Smith é um dos grandes destaques, tanto que seu personagem teve muito mais espaço e visibilidade nessa temporada, inclusive mostrando as supostas infidelidades do duque e as brigas com a rainha provocadas pela viagem de Philip ao longo de cinco meses pelos países da Commonwealth, quando fez abertura das Olimpíadas de Sydney, na Austrália.

No campo político, o recém-nomeado Primeiro Ministro, Anthony Eden (Jeremy Northam), não poderia estar em pior situação com a crise do Canal de Suez, retomado à força pelos egípcios. As coisas ficam mais complicadas para a monarquia quando Eileen (Chloe Pirrie), esposa de Mike Parker (Daniel Ings), assistente pessoal de Philip, e que também faz parte de sua viagem, decide se divorciar alegando abandono do lar, bem como adultério.

Enquanto isso, a princesa Margaret (Vanessa Kirby) segue cada vez mais deprimida com a ideia de que jamais irá se casar, enquanto espera noticias de Peter Townsend (Ben Miles), na Bélgica. Uma proposta de casamento de um amigo, seguido de um pedido de Elizabeth para adiar o anúncio até o nascimento de seu terceiro filho, bem como o inusitado encontro com o charmoso fotógrafo Anthony Armstrong-Jones (Matthew Goode), aliado à uma carta de Townsend informando seu pretenso noivado com uma jovem belga, faz com que Margaret acabe finalmente se casando com Jones. Embora investigado pelos assessores de Elizabeth, os quais descobrem vários casos amorosos da parte de Jones, ela decide não estragar novamente os planos de felicidade da irmã. A atriz Vanessa Kirby novamente está incrível como a irmã da rainha e é outro grande destaque.

Vale destacar também o episódio onde houve um flashback envolvendo Winston Churchill e o rei George VI, servindo para matarmos a saudade de John Lithgow e Jared Harris. Outro momento deleitável da série traz mais uma vez o confronto entre Elizabeth e Philip, desta vez no que diz respeito à educação de Charles (Billy Jenkins). Ao final, no auge de mais crise política que pode se tornar escândalo real, uma foto comprometedora de uma festa patrocinada pelo osteopata de Philip envolvendo prostitutas e espiões russos vem à tona, aliada ainda à renuncia ao cargo do Primeiro Ministro, Harold MacMillan (Anton Lesser). Agora, Elizabeth, grávida de seu quarto filho, isola-se no interior, enquanto suspeita cada vez mais da infidelidade do marido.


The Crown teve uma 2ª temporada “mais política”. Tudo bem que trata-se de uma série biográfica, com fatos que realmente aconteceram, mas achei que esta temporada não abordou tantos assuntos como a primeira. Os episódios do meio da temporada tiveram uma barriga, sendo necessário que alguns assuntos demorassem para se desenvolver. Ainda assim, o roteiro foi muito bem desenvolvido e com atuações impecáveis, principalmente Claire Foy, que se despede da personagem a qual lhe rendeu um Globo de Ouro em 2017. A terceira temporada deverá trazer novos atores nos papéis principais.

Gostaram da dica? Quem aí assiste The Crown? Leia a crítica da primeira temporada AQUI!

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#Livros | O Ruído das Coisas ao Cair (Projeto Lendo o Mundo)


Em meados da década de 1990, Antonio Yammara é um jovem professor de Bogotá que passa seu tempo livre no bilhar próximo à universidade em que leciona. Sua vida muda quando conhece Ricardo Laverde, ex-presidiário que pagou um alto preço pela ligação com o tráfico internacional de drogas. Ele compreende que há segredos muito importantes no passado de seu novo conhecido. Quando Laverde é assassinado, Yammara decide investigar os motivos do crime, de uma maneira quase obsessiva. Ele não somente mergulha nos brutais eventos do narcotráfico, como verá seu próprio passado, repleto de culpas e segredos, com outros olhos.

E para encerrar o ano, vamos ter mais uma edição do Projeto “Lendo o Mundo” – que é aquele desafio onde eu leio um livro que caracteriza os países do mundo, com o objetivo de conhecer culturas, contextos e escritas diferentes. Para saber mais, acesse o link. E hoje a dica é “O Ruído das Coisas ao Cair”, do escritor colombiano Juan Gabriel Vasquéz.

A história de “O Ruído das Coisas ao Cair” começa nos anos 70 e conta a vida de Antonio Yammara, um jovem professor de direito que costumava passar boa parte do seu tempo livre jogando bilhar próximo à Universidade onde ele ensina. Lá ele conhece Ricardo Laverde, um ex-presidiário que acaba assassinado. A vida de Yammara sofre um profundo e irreversível impacto por conta do assassinato de Laverde, e anos depois da tragédia ele resolve tentar descobrir os motivos do crime. Vásquez cria neste romance impactante, uma narrativa de intrigas e paixões em meio à violenta história da Colômbia. Livro vencedor do Prêmio Alfaguara de Literatura em 2011, “O Ruído das Coisas ao Cair” retrata com precisão a história de uma geração que conviveu de perto com o poder do narcotráfico no país.

Juan Gabriel Vásquez é tido como um dos maiores expoentes da nova geração literária da Colômbia e da América Latina. Apesar de viver há mais de uma década na Espanha, seu país natal tem frequente destaque em seus romances. Segundo os jornais “El Espectador” e “Arcadia”, de Bogotá, a escrita do autor contém uma clareza rara. Este romance é a história de uma amizade frustrada. Mas é também uma história de amores em tempos pouco adequados, além de uma análise profunda de uma geração ligada ao medo.

Eu curti bastante a escrita do autor, ele consegue narrar toda a história de uma forma atraente, que prende a atenção do leitor. Outro ponto positivo é a forma em que Vásquez inclui efeitos de escrita que faz toda a diferença, como por exemplo, o silêncio justificando em vários momentos “o ruído das coisas”. Os capítulos são bem descritivos quanto às situações e sentimentos, além de serem um pouco longos. Além disso, a capa desta edição é mega linda – um pouco sombria que demonstra com clareza o clima do livro.

Enfim, eu estou tendo bastante sorte aos escolher os livros do Projeto “Lendo o Mundo”. Até o momento gostei bastante de todos que li – se você quiser saber mais sobre os outros, veja no link – Por Dentro da Casa Branca (Estados Unidos) e Muito Longe de Casa (Serra Leoa). E já adianto aqui que em 2018 o projeto continuará e as próximas leituras serão “A Última Mensagem de Hiroshima”, de Takashi Morita (Japão) e “Depois de Auschwitz”, de Eva Schloss (Alemanha).

Área: 1 138 914 km²
Capital: Bogotá
População: 48 747 632 hab. (estimativa 2016)
Moeda: Peso Colombiano
Data Nacional: 20 de julho
Governo: República Presidencialista
Presidente: Juan Manuel Santos

#Séries | Crossover “Crisis on Earth-X”

Oi gente,
E vocês achando que Liga da Justiça seria o melhor encontro de super heróis do ano?! Não!! Surge o crossover das séries Arrow, The Flash, Supergirl e Legends of Tomorrow – produzido pela CW – para nos alegrar! “Crise na Terra X” (Crisis on Earth-X) mostrou os heróis da DC encarando um novo tipo de ameaça: suas próprias versões nazistas. Vindos de uma realidade onde a Alemanha de Hitler venceu a 2ª Guerra Mundial, os vilões tinham planos obscuros que iam desde dominar outras versões da Terra até arrancar o coração da Supergirl para salvar sua versão do mal. Ao longo de quatro episódios, muita coisa aconteceu: mortes, casamentos e retorno de vilões.

Para quem for assistir, tem uma ordem – começa com Supergirl, depois vai para Arrow, passa por The Flash e termina em Legends of Tomorrow. Barry Allen (Flash), Oliver Queen (Arrow), Kara Danvers (Supergirl), Sara Lance (Canário Branco), Dr Martin Stein (Nuclear), Ray (Atom), Iris West, Caitlin Snow (Killer Frost), Cisco Ramon (Vibe), Joe West, Felicity Smoak, Winn Schott e Alex Danvers reunidos em quatro episódios emocionantes.

O crossover explora bem o lado pessoal dos três personagens principais, para alguns pode parecer estranho, mas o pouco que foi explorado foi riquíssimo para a evolução estrutural do enredo desta história que foi brilhante. E para aqueles que assistem uma e não veem outra, podem ficar tranquilos que não influencia em nada na história. Todas as quatro séries têm sequência normal nos episódios.

Mais uma vez, os roteitistas apostaram nos vilões mascarados, para gerar mistério quanto a suas identidades, algo comum nas séries de herói da emissora. Entretanto, a “dúvida” não convenceu. Desde o início fica claro que a kriptoniana da Terra X é Kara e que o arqueiro é Oliver. Quer dizer, cópias deles, e melhor – AQUI VAI UM SPOILER – eles são casados! Por mais que tenha sido interessante ver aversão malvada dos personagens, Melissa Benoist e Stephen Amell não conseguiram se despir das caras de bons moços. Além disso temos a volta de do Flash Reverso. Inclusive foi surpreendente descobrir que era o mesmo Eobard Thawne que se passou por Harrison Wells na primeira temporada de The Flash e que voltou do futuro para se vingar de Barry Allen.

ALERTA DE SPOILER – Durante os episódios tivemos vários momentos interessantes como o envolvimento da Canário Branco com a Alex Danvers; Kara soltando a voz (novamente) durante o casamento; o melhor amigo do Arrow – Tommy Merlyn vivo de novo, porém na versão do mal; Felicity revelando suas inseguranças em se casar com Oliver; Barry reencontrando Eobard; a volta de um dos personagens mais queridos – Leonard Snart; uma luta final de tirar o fôlego e um dos momentos mais emocionates – a despedida do Dr Martin Stein.

Feito para os fãs, o crossover “Crise na Terra X” teve alguns defeitos, mas empolgou, divertiu e emocionou. Agora é esperar para ver como esses eventos vão influenciar no restante das temporadas de The Flash, Arrow, Supergirl e Legends of Tomorrow.

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#Livros | Origem

Um dos livros que eu estava mais ansioso para ler neste ano era “Origem”, do Dan Brown. Inclusive comprei ainda no pré-lançamento e fiquei contando os dias para chegar!

De onde viemos? Para onde vamos? Essas perguntas sempre nortearam o pensamento evolucionista e caracterizam a principal história do livro. Pelas páginas de Origem, Dan Brown investiga as origens e o futuro da vida na Terra. E mais uma vez, temos o famoso personagem Robert Langdon, professor de Simbologia de Harvard, que chega ao ultramoderno Museu Guggenheim de Bilbao para assistir a uma apresentação sobre uma grande descoberta que promete “mudar para sempre o papel da ciência”. O anfitrião da noite é o futurólogo bilionário Edmond Kirsch, que se tornou conhecido mundialmente por suas previsões audaciosas e invenções de alta tecnologia. Um dos primeiros alunos de Langdon em Harvard, há 20 anos, agora ele está prestes a revelar uma incrível revolução no conhecimento.

De repente, a noite meticulosamente orquestrada se transforma em um caos e a preciosa descoberta de Kirsch corre o risco de ser perdida para sempre. Diante de uma ameaça iminente, Langdon tenta uma fuga desesperada de Bilbao ao lado de Ambra Vidal, a elegante diretora do museu e noiva do príncipe herdeiro da Espanha, Julían. Juntos seguem para Barcelona à procura de uma senha que ajudará a desvendar o segredo de Edmond Kirsch.

Em meio a fatos históricos ocultos e extremismo religioso, Robert e Ambra precisam escapar de um inimigo atormentado cujo poder de saber tudo parece emanar do Palácio Real da Espanha. Alguém que não hesitará diante de nada para silenciar o futurólogo. Numa jornada marcada por obras de arte moderna e símbolos enigmáticos, os dois encontram pistas que vão deixá-los cara a cara com a chocante revelação de Kirsch.

Como sempre, Dan Brown nos brinda com mais uma história cheia de mistério e conspirações. Sério, eu fico pensando como que o autor sabe/consegue imaginar tantas histórias de segredos e mistérios da Igreja. Mas, enfim, vamos nos ater aos fatos do livro. É inevitável não comparar Origem com os outros títulos do autor – “O Código da Vinci“, “Anjos e Demônios“, “O Símbolo Perdido” e “Inferno“. E, pelo menos na minha opinião, todos esses livros citados são bem melhores que “Origem”. Não que “Origem” seja um livro ruim, não é isso, mas levando em consideração a história, o desenvolvimento e o clímax, o livro fica bem abaixo do esperado.

Eu demorei um pouco para engrenar na leitura, mas isso não é um ponto negativo porque nos outros também aconteceu o mesmo. O que eu senti de mais negativo foi que a história não fluiu tanto. Todos os outros livros do Dan Brown têm reviravoltas em quase todos os capítulos, sempre tem aquele mistério que ficamos mega envolvidos e torcendo para que Robert Langdon resolva o caso. Em “Origem” (preparem-se, vou dar um spoiler) após o assassinato de Edmond Kirsh (que já era previsível) parece que não tem muita história. (Mais um parênteses – não confundam história com o desenvolvimento). Sim, nós temos expectativas pelo que vai acontecer ao longo dos capítulos, mas como acontece não é algo que prende atenção. Robert e Ambra saem do Museu, vão até Barcelona, descobrem a senha, quase morrem e liberam a mensagem. Basicamente é isso.

Mas como falei, o desenvolvimento é bom. Até os últimos capítulos fiquei mega curioso para saber qual era a grande descoberta que mudaria o humanidade e o modo de pensar a religião. E como acontece em todos os livros do Dan Brown, eu li este com a maior calma para conseguir prestar atenção em todos os detalhes e entendê-los. Outro destaque são os capítulos com as “fofocas” do noticiário, que nos deixam ainda mais curiosos.

Dan Brown com certeza é um dos melhores autores da atualidade. Ele consegue criar um suspense como ninguém! Mantém a curiosidade do leitor com muitas referências e histórias que ficamos de boca aberta. Depois de tudo o que eu falei, “Origem” é bom? Sim, é bom. Mas os outros são melhores!!

#Dicas de presentes para o Amigo Secreto

Fim de ano chegando, e se tem uma coisa que combina com esta época é o “Amigo-secreto”: Seja com os familiares ou no ambiente de trabalho, a troca de presentes é garantida em pelo menos um grupo social dos que você frequenta. E todo final de ano é aquela dúvida: qual o presente escolher para o meu amigo secreto?

Pensando nisso, o post de hoje traz algumas dicas bem legais de presente (para mim haha)!! Mas também são itens bacanas para dar àqueles amigos que gostam de ler ou assistir séries e filmes, ou até possuem um perfil mais geek.

Livros
Eu amo ganhar livros, fico mega feliz com o presente, tanto que vou dar algumas dicas de lançamentos, que podem ser uma ótima opção: o novo livro do John Green (autor de “A Culpa é das Estrelas”) já está na lista dos mais vendidos e vale a pena para presentear alguém – “Tartarugas até lá embaixo” acompanha a jornada de Aza Holmes, uma menina de 16 anos que sai em busca de um bilionário misteriosamente desaparecido, enquanto lida com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). O livro é da Editora Intrínseca e custa por volta de R$ 23,89.

Outro livro da Editora Intrínseca é “Mindhunter“, que inspirou a série da Netflix. Em detalhes assustadores, Mindhunter mostra os bastidores de alguns dos casos mais terríveis, fascinantes e desafiadores do FBI. Para aqueles que curtem uma história de suspense, com certeza esse é uma boa opção. O valor gira em torno de R$ 23.

Já a Editora Novo Conceito está com pré-lançamento de “O Colecionador de Memórias“, da Ceclia Ahern (autora de “PS Eu te Amo”). O livro traz uma história sobre como as decisões mais comuns que tomamos podem ter as consequências mais extraordinárias na forma como vivemos nossa vida.

Outras boas opções são “Origem” (Dan Brown), A Irmã da Pérola (Lucinda Riley), Caraval (Stephanie Garber), Leonardo da Vinci (Walter Isaacson), Vejo você no Espaço (Jack Cheng) e Um mais Um (Jojo Moyes).

Cases para celular

Para aqueles que curtem capinhas de celular variadas, olha só que bacana as opções da King Capinhas e da Gocase. Eu comprei esse modelo vermelho “Case Respirável” e adorei. Agora estou babando nas cores dourado e azul. Já na Gocase tem também muitas opções de capinhas com desenhos de séries e filmes!

Agendas e acessórios


Eu estou mega interessado neste Planner 2018 do Harry Potter, da Mundo Minimalista Nele, você poderá organizar seus projetos, as séries que você acompanha, os filmes que vai assistir durante o ano, as músicas que você curtiu, os livros que pretende ler. E mais: guardar seus logins e senhas, montar sua “whish list” com seus sonhos de consumo, organizar suas consultas médicas. E ainda: anotar o aniversário dos amigos, as datas mais importantes para você e acompanhar seus hábitos saudáveis mês a mês, além de planejar seus compromissos. O preço está um pouquinho “salgado”, custa R$ 139,99, mas vale a pena. O site também têm outras opções de presente como acessórios, canecas, almofadas e vestuários temáticos.

Camisetas

E por falar em vestuário, têm duas lojas que eu adoro para comprar aquelas camisetas temáticas. A CRAF e a SHIFT. Tem camisetas e moletons de várias séries como Stranger things, Game of Thrones, além de filmes como Harry Potter e também de super-heróis.

Copos de Super Heróis

Por fim, olha só que bacana a Loja Oficial da DC. Eu estou super desejando os copos, estilo “Starbucks”, dos super heróis. E o melhor, é bem baratinho cada um – R$ 14,90, portanto dá para comprar a coleção completa para dar de presente! Tem do The Flash, Batman, Mulher Maravilha, Superman, entre outros!! Tem também squeeze para os que estão fit!

Agora você não pode dizer que está sem opção para presentear seu AMIGO SECRETO!

#Séries | Gunpowder

Oi gente,
Hoje tem mais dica de séries para vocês! Na verdade trata-se de uma minissérie, produzida pela BBC“Gunpowder”, estrelada pelo ator Kit Harington – o Jon Snow de Game of Thrones. Por enquanto, a produção ainda não estreou no Brasil, mas pode ser vista online em vários sites.

Ambientado em 1605, o drama conta a história de Guy Fawkes (Tom Cullen, de Downton Abbey) e um grupo de católicos liderados por Robert Catesby (Kit Harington), que armaram a “Conspiração da Pólvora”, na qual se pretendia assassinar o rei protestante Jaime I da Inglaterra e os membros do Parlamento inglês durante uma sessão, para assim dar início a um levante católico. A conspiração foi desarmada e após ser interrogado sob tortura, Fawkes foi condenado à forca por traição e tentativa de assassinato. Parte fundamental da história britânica, este evento é o motivo da tradicional comemoração de 5 de Novembro, chamada de Dia de Guy Fawkes.

E fazendo minhas pesquisas, eu descobri uma informação bem interessante – além de interpretar o líder da revolta Robert Catesby, o ator Kit Harington também é produtor da minissérie – e descendente de seu personagem! Bacana reviver a história de sua família! Criada pelo roteirista Ronan Bennett (“Inimigos Públicos”) e o ator Daniel West (série “South Riding”), a minissérie também traz em seu elenco Liv Tyler (de “The Leftovers”), Peter Mullan (de “Ozark”) e Mark Gatiss (de “Sherlock”).

Falando da parte técnica, a minissérie possui três capítulos de quase uma hora. O primeiro episódio serviu apenas para apresentar os personagens, ou seja, foi bem lento, com cenas longas – até achei que seria pouco ter apenas mais dois episódios, mas a história foi bem desenvolvida neles. As cenas foram bem dirigidas e o roteiro foi bem desenvolvido. O grande destaque é a recriação da Inglaterra de 1605 – tem paisagens lindas, aquele filtro antigo e escuro, além do figurino perfeito. Outro ponto positivo é o elenco, que está muito bem.

Enfim, “Gunpowder” é uma ótima dica de minissérie para assistir; é um pouquinho arrastada, mas a história é bem interessante. Alguns podem achar as cenas bem pesadas (inclusive isso foi motivo de várias reclamações quando a produção foi exibida no Reino Unido) – tem muitas cenas de violência e tortura. Enfim, vale a pena conferir, pois é uma boa produção e com ótimo elenco.

#Filmes | Jungle

Oi gente,
Durante o feriado assisti a um filme super bacana que quero indicar a vocês. “Jungle” (ainda sem nome definido no Brasil) traz o ator britânico Daniel Radcliffe, conhecido por interpretar o bruxo mais famoso do mundo – Harry Potter, em um papel surpreendente. O longa estreou nos Estados Unidos no dia 20 de outubro, mas ainda não tem data de estreia nos cinemas brasileiros, porém dá para assistir online em vários sites.

Na trama, Radcliffe interpreta Yossi Ghinsberg, um jovem turista israelita que viaja pela Bolívia em 1981 e cruza com um aventureiro chamado Karl (Thomas Kretschmann). O jovem recebe um convite a embarcar em busca de ouro numa tribo indígena, que reside numa parte remota da floresta da Amazônia. Yossi fica fascinado com a oferta e atira-se de cabeça à ideia de explorar o desconhecido, conseguindo convencer os seus dois amigos, Kevin (Alex Russell) e Marcus (Joel Jackson) a juntarem-se a ele.

O elenco está muito bem. Daniel Radcliffe se entrega totalmente ao papel – o ator chegou a emagrecer muitos quilos para poder gravar as cenas em que fica perdido no meio da floresta. Os jovens Alex Russell (de Carrie, A Estranha) e Joel Jackson (de Peter Allen) também tiveram ótimos desempenhos.

A direção fica a cargo de Greg McLean, conhecido por bons filmes de terror como Wolf Creek: Viagem ao Inferno, Morte Súbita e o ótimo The Belko Experiment. Na parte de cinematografia, McLean faz um ótimo trabalho, tirando o máximo de proveito das paisagens naturais. Há planos belíssimos, e o ambiente parece refletir o clima instável que paira sobre Yossi e seus amigos, anunciando a tragédia que a viagem reserva. Um único ponto negativo que destaco é a demora para se desenvolver o filme. O diretor gasta mais de trinta minutos até chegar no que realmente interessa. Outros destaques foram a edição e a trilha sonora.

“Jungle” é um filme que poderia ter algumas indicações no Oscar 2018. A história é baseada em fatos reais, portanto é uma boa opção para assistir em casa (ou então nos cinemas, quando estrear). Não quero dar spoilers, mas o final é bem surpreendente e (um pouco) triste. Vale a pena conferir. 

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#Séries | Stranger Things 2

Oi gente!

Finalmente a Netflix lançou a 2ª temporada do fenômeno Stranger Things!! Estávamos muito ansiosos pela volta de Eleven e companhia. E preciso dizer que a nova temporada não decepcionou, foi tão incrível quanto a primeira – os irmãos Duffer nos presentearam com mais nove episódios recheados de suspense e muitas referências aos anos 80.

A nova temporada se passa um ano após o final da primeira, que inclusive nos deixou muitos questionamentos, principalmente com relação à Eleven (Millie Bobby Brown), que supostamente havia explodiu junto com o Demogorgon. Temos também o caso de Will (Noah Schnapp). Após ser resgatado do Mundo Invertido, o garoto parecia normal, mas nos momentos finais da temporada anterior podemos ver o garoto vomitando uma criatura estranha e tendo uma breve visão do Mundo Invertido. E já cabe aqui fazer um parênteses para elogiar o talento desses dois atores!! (Millie Bobby Brown perfeita como sempre interpretando a Eleven – muito amor por ela! Já Noah Schnapp, que não havia aparecido muito na primeira temporada, simplesmente arrasou! Um show de atuação!)

Will após tudo o que passou no Mundo Invertido, segue sua vida com o apoio dos amigos Mike (Finn Wolfhard), Dustin (Gaten Matarazzo) e Lucas (Caleb McLaughlin), da mãe Joyce (Winona Ryder) – cada vez mais super protetora e do xerife Hopper (David Harbour), que começou a investigar plantações locais de abóbora que estão apodrecendo misteriosamente. Temos também a história do trio Nancy (Natalia Dyer), Jonathan (Charlie Heaton) e Steve (Joe Keery). A garota não se conforma com o encobrimento da morte da amiga Barb e tenta “fazer justiça” ao mesmo tempo que se vê dividida amorosamente entre o namorado Steve e o amigo Jonathan.

Além disso, a segunda temporada trouxe novos personagens – com destaque para os irmãos Max (Sadie Sink) e Billy (Dacre Montgomery). A garota enfrenta problemas familiares e veio para se juntar ao grupo dos meninos, após o sumiço de Eleven. Foi muito divertida a relação dela com o Dustin e Lucas, que passam a disputar cada vez mais a sua atenção. Já o irmão Billy veio para ser o novo embuste da história, já que o Steve ficou bonzinho e começou a ajudar os garotos. Tem a irmã do Lucas – a garotinha com uma cena já conquistou a todos! E tem também o ator Sean Astin – para quem não se lembra, ele fez o Sam na trilogia Senhor dos Anéis e também era o Mikey de Os Goonies – e agora faz o novo namorado da Joyce. Ele apareceu pouco, mas nos conquistou super!! #tristes #QuemAssistiuVaiEntender.

No geral eu gostei bastante dessa segunda temporada, principalmente pelas referências à cultura pop dos anos 80 – os meninos vestidos como Caça Fantasmas, o filme Exterminador do Futuro passando nos cinemas e em comerciais na TV, a relação de Dustin e Dart como em E.T, além da trilha sonora recheada de sucessos. Ainda há muitas referências, que com certeza dariam um post – comentem aí se vocês gostariam que eu fizesse esse post só contando as referências e easter eggs de Stranger Things.

Outro destaque são as relações criadas entre os personagens, principalmente entre o Hopper e a Eleven – ele a protegeu e a escondeu na sua cabana e, para quem não lembra, na primeira temporada mostrou que ele perdeu uma filha, então a relação dos dois é super emocionante, principalmente no final. Tem também o Dustin e o Steve, que ficaram super amigos e foi uma relação bem imprevista – o Steve deixou de ser aquele cara chato e começou a ajudar as crianças, inclusive ele dando conselhos para o Dustin de como se conquistar as meninas foi super engraçado. E por fim, merece destaque a relação mãe-filho da Joyce e o Will – a Wynona Ryder arrasou na cena do exorcismo do filho. Foi show!

Mas ainda assim, tenho algumas críticas – na minha opinião poderiam ter explorado mais a Eleven, ela foi o grande sucesso da primeira temporada e teve menos destaque nessa. Acredito que irão fazer isso na terceira temporada, que deve girar mais em torno do laboratório, do Dr. Brenner e das crianças que serviam como experimento. Inclusive houve um episódio só para mostrar a Eleven descobrindo algumas coisas do passado, mas foi um capítulo um pouco controverso, alguns gostaram, outros odiaram porque fugiu do estilo de gravação da série. Fiquei um pouco decepcionado também com o surgimento dela no primeiro episódio – eu esperava algo mais impactante e acabou sendo uma cena óbvia.

Enfim, a série continuou com o alto nível da primeira temporada, continua sendo super original, trouxe uma fotografia e efeitos visuais bem melhores, um elenco mega afiado – as crianças principalmente são o grande destaque, a história foi bem desenvolvida e ainda deixou ganchos para a próxima temporada. Quem ainda não viu Stranger Things está perdendo uma série incrível!

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