#Séries | Crossover “Crisis on Earth-X”

Oi gente,
E vocês achando que Liga da Justiça seria o melhor encontro de super heróis do ano?! Não!! Surge o crossover das séries Arrow, The Flash, Supergirl e Legends of Tomorrow – produzido pela CW – para nos alegrar! “Crise na Terra X” (Crisis on Earth-X) mostrou os heróis da DC encarando um novo tipo de ameaça: suas próprias versões nazistas. Vindos de uma realidade onde a Alemanha de Hitler venceu a 2ª Guerra Mundial, os vilões tinham planos obscuros que iam desde dominar outras versões da Terra até arrancar o coração da Supergirl para salvar sua versão do mal. Ao longo de quatro episódios, muita coisa aconteceu: mortes, casamentos e retorno de vilões.

Para quem for assistir, tem uma ordem – começa com Supergirl, depois vai para Arrow, passa por The Flash e termina em Legends of Tomorrow. Barry Allen (Flash), Oliver Queen (Arrow), Kara Danvers (Supergirl), Sara Lance (Canário Branco), Dr Martin Stein (Nuclear), Ray (Atom), Iris West, Caitlin Snow (Killer Frost), Cisco Ramon (Vibe), Joe West, Felicity Smoak, Winn Schott e Alex Danvers reunidos em quatro episódios emocionantes.

O crossover explora bem o lado pessoal dos três personagens principais, para alguns pode parecer estranho, mas o pouco que foi explorado foi riquíssimo para a evolução estrutural do enredo desta história que foi brilhante. E para aqueles que assistem uma e não veem outra, podem ficar tranquilos que não influencia em nada na história. Todas as quatro séries têm sequência normal nos episódios.

Mais uma vez, os roteitistas apostaram nos vilões mascarados, para gerar mistério quanto a suas identidades, algo comum nas séries de herói da emissora. Entretanto, a “dúvida” não convenceu. Desde o início fica claro que a kriptoniana da Terra X é Kara e que o arqueiro é Oliver. Quer dizer, cópias deles, e melhor – AQUI VAI UM SPOILER – eles são casados! Por mais que tenha sido interessante ver aversão malvada dos personagens, Melissa Benoist e Stephen Amell não conseguiram se despir das caras de bons moços. Além disso temos a volta de do Flash Reverso. Inclusive foi surpreendente descobrir que era o mesmo Eobard Thawne que se passou por Harrison Wells na primeira temporada de The Flash e que voltou do futuro para se vingar de Barry Allen.

ALERTA DE SPOILER – Durante os episódios tivemos vários momentos interessantes como o envolvimento da Canário Branco com a Alex Danvers; Kara soltando a voz (novamente) durante o casamento; o melhor amigo do Arrow – Tommy Merlyn vivo de novo, porém na versão do mal; Felicity revelando suas inseguranças em se casar com Oliver; Barry reencontrando Eobard; a volta de um dos personagens mais queridos – Leonard Snart; uma luta final de tirar o fôlego e um dos momentos mais emocionates – a despedida do Dr Martin Stein.

Feito para os fãs, o crossover “Crise na Terra X” teve alguns defeitos, mas empolgou, divertiu e emocionou. Agora é esperar para ver como esses eventos vão influenciar no restante das temporadas de The Flash, Arrow, Supergirl e Legends of Tomorrow.

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#Livros | Origem

Um dos livros que eu estava mais ansioso para ler neste ano era “Origem”, do Dan Brown. Inclusive comprei ainda no pré-lançamento e fiquei contando os dias para chegar!

De onde viemos? Para onde vamos? Essas perguntas sempre nortearam o pensamento evolucionista e caracterizam a principal história do livro. Pelas páginas de Origem, Dan Brown investiga as origens e o futuro da vida na Terra. E mais uma vez, temos o famoso personagem Robert Langdon, professor de Simbologia de Harvard, que chega ao ultramoderno Museu Guggenheim de Bilbao para assistir a uma apresentação sobre uma grande descoberta que promete “mudar para sempre o papel da ciência”. O anfitrião da noite é o futurólogo bilionário Edmond Kirsch, que se tornou conhecido mundialmente por suas previsões audaciosas e invenções de alta tecnologia. Um dos primeiros alunos de Langdon em Harvard, há 20 anos, agora ele está prestes a revelar uma incrível revolução no conhecimento.

De repente, a noite meticulosamente orquestrada se transforma em um caos e a preciosa descoberta de Kirsch corre o risco de ser perdida para sempre. Diante de uma ameaça iminente, Langdon tenta uma fuga desesperada de Bilbao ao lado de Ambra Vidal, a elegante diretora do museu e noiva do príncipe herdeiro da Espanha, Julían. Juntos seguem para Barcelona à procura de uma senha que ajudará a desvendar o segredo de Edmond Kirsch.

Em meio a fatos históricos ocultos e extremismo religioso, Robert e Ambra precisam escapar de um inimigo atormentado cujo poder de saber tudo parece emanar do Palácio Real da Espanha. Alguém que não hesitará diante de nada para silenciar o futurólogo. Numa jornada marcada por obras de arte moderna e símbolos enigmáticos, os dois encontram pistas que vão deixá-los cara a cara com a chocante revelação de Kirsch.

Como sempre, Dan Brown nos brinda com mais uma história cheia de mistério e conspirações. Sério, eu fico pensando como que o autor sabe/consegue imaginar tantas histórias de segredos e mistérios da Igreja. Mas, enfim, vamos nos ater aos fatos do livro. É inevitável não comparar Origem com os outros títulos do autor – “O Código da Vinci“, “Anjos e Demônios“, “O Símbolo Perdido” e “Inferno“. E, pelo menos na minha opinião, todos esses livros citados são bem melhores que “Origem”. Não que “Origem” seja um livro ruim, não é isso, mas levando em consideração a história, o desenvolvimento e o clímax, o livro fica bem abaixo do esperado.

Eu demorei um pouco para engrenar na leitura, mas isso não é um ponto negativo porque nos outros também aconteceu o mesmo. O que eu senti de mais negativo foi que a história não fluiu tanto. Todos os outros livros do Dan Brown têm reviravoltas em quase todos os capítulos, sempre tem aquele mistério que ficamos mega envolvidos e torcendo para que Robert Langdon resolva o caso. Em “Origem” (preparem-se, vou dar um spoiler) após o assassinato de Edmond Kirsh (que já era previsível) parece que não tem muita história. (Mais um parênteses – não confundam história com o desenvolvimento). Sim, nós temos expectativas pelo que vai acontecer ao longo dos capítulos, mas como acontece não é algo que prende atenção. Robert e Ambra saem do Museu, vão até Barcelona, descobrem a senha, quase morrem e liberam a mensagem. Basicamente é isso.

Mas como falei, o desenvolvimento é bom. Até os últimos capítulos fiquei mega curioso para saber qual era a grande descoberta que mudaria o humanidade e o modo de pensar a religião. E como acontece em todos os livros do Dan Brown, eu li este com a maior calma para conseguir prestar atenção em todos os detalhes e entendê-los. Outro destaque são os capítulos com as “fofocas” do noticiário, que nos deixam ainda mais curiosos.

Dan Brown com certeza é um dos melhores autores da atualidade. Ele consegue criar um suspense como ninguém! Mantém a curiosidade do leitor com muitas referências e histórias que ficamos de boca aberta. Depois de tudo o que eu falei, “Origem” é bom? Sim, é bom. Mas os outros são melhores!!

#Dicas de presentes para o Amigo Secreto

Fim de ano chegando, e se tem uma coisa que combina com esta época é o “Amigo-secreto”: Seja com os familiares ou no ambiente de trabalho, a troca de presentes é garantida em pelo menos um grupo social dos que você frequenta. E todo final de ano é aquela dúvida: qual o presente escolher para o meu amigo secreto?

Pensando nisso, o post de hoje traz algumas dicas bem legais de presente (para mim haha)!! Mas também são itens bacanas para dar àqueles amigos que gostam de ler ou assistir séries e filmes, ou até possuem um perfil mais geek.

Livros
Eu amo ganhar livros, fico mega feliz com o presente, tanto que vou dar algumas dicas de lançamentos, que podem ser uma ótima opção: o novo livro do John Green (autor de “A Culpa é das Estrelas”) já está na lista dos mais vendidos e vale a pena para presentear alguém – “Tartarugas até lá embaixo” acompanha a jornada de Aza Holmes, uma menina de 16 anos que sai em busca de um bilionário misteriosamente desaparecido, enquanto lida com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). O livro é da Editora Intrínseca e custa por volta de R$ 23,89.

Outro livro da Editora Intrínseca é “Mindhunter“, que inspirou a série da Netflix. Em detalhes assustadores, Mindhunter mostra os bastidores de alguns dos casos mais terríveis, fascinantes e desafiadores do FBI. Para aqueles que curtem uma história de suspense, com certeza esse é uma boa opção. O valor gira em torno de R$ 23.

Já a Editora Novo Conceito está com pré-lançamento de “O Colecionador de Memórias“, da Ceclia Ahern (autora de “PS Eu te Amo”). O livro traz uma história sobre como as decisões mais comuns que tomamos podem ter as consequências mais extraordinárias na forma como vivemos nossa vida.

Outras boas opções são “Origem” (Dan Brown), A Irmã da Pérola (Lucinda Riley), Caraval (Stephanie Garber), Leonardo da Vinci (Walter Isaacson), Vejo você no Espaço (Jack Cheng) e Um mais Um (Jojo Moyes).

Cases para celular

Para aqueles que curtem capinhas de celular variadas, olha só que bacana as opções da King Capinhas e da Gocase. Eu comprei esse modelo vermelho “Case Respirável” e adorei. Agora estou babando nas cores dourado e azul. Já na Gocase tem também muitas opções de capinhas com desenhos de séries e filmes!

Agendas e acessórios


Eu estou mega interessado neste Planner 2018 do Harry Potter, da Mundo Minimalista Nele, você poderá organizar seus projetos, as séries que você acompanha, os filmes que vai assistir durante o ano, as músicas que você curtiu, os livros que pretende ler. E mais: guardar seus logins e senhas, montar sua “whish list” com seus sonhos de consumo, organizar suas consultas médicas. E ainda: anotar o aniversário dos amigos, as datas mais importantes para você e acompanhar seus hábitos saudáveis mês a mês, além de planejar seus compromissos. O preço está um pouquinho “salgado”, custa R$ 139,99, mas vale a pena. O site também têm outras opções de presente como acessórios, canecas, almofadas e vestuários temáticos.

Camisetas

E por falar em vestuário, têm duas lojas que eu adoro para comprar aquelas camisetas temáticas. A CRAF e a SHIFT. Tem camisetas e moletons de várias séries como Stranger things, Game of Thrones, além de filmes como Harry Potter e também de super-heróis.

Copos de Super Heróis

Por fim, olha só que bacana a Loja Oficial da DC. Eu estou super desejando os copos, estilo “Starbucks”, dos super heróis. E o melhor, é bem baratinho cada um – R$ 14,90, portanto dá para comprar a coleção completa para dar de presente! Tem do The Flash, Batman, Mulher Maravilha, Superman, entre outros!! Tem também squeeze para os que estão fit!

Agora você não pode dizer que está sem opção para presentear seu AMIGO SECRETO!

#Séries | Gunpowder

Oi gente,
Hoje tem mais dica de séries para vocês! Na verdade trata-se de uma minissérie, produzida pela BBC“Gunpowder”, estrelada pelo ator Kit Harington – o Jon Snow de Game of Thrones. Por enquanto, a produção ainda não estreou no Brasil, mas pode ser vista online em vários sites.

Ambientado em 1605, o drama conta a história de Guy Fawkes (Tom Cullen, de Downton Abbey) e um grupo de católicos liderados por Robert Catesby (Kit Harington), que armaram a “Conspiração da Pólvora”, na qual se pretendia assassinar o rei protestante Jaime I da Inglaterra e os membros do Parlamento inglês durante uma sessão, para assim dar início a um levante católico. A conspiração foi desarmada e após ser interrogado sob tortura, Fawkes foi condenado à forca por traição e tentativa de assassinato. Parte fundamental da história britânica, este evento é o motivo da tradicional comemoração de 5 de Novembro, chamada de Dia de Guy Fawkes.

E fazendo minhas pesquisas, eu descobri uma informação bem interessante – além de interpretar o líder da revolta Robert Catesby, o ator Kit Harington também é produtor da minissérie – e descendente de seu personagem! Bacana reviver a história de sua família! Criada pelo roteirista Ronan Bennett (“Inimigos Públicos”) e o ator Daniel West (série “South Riding”), a minissérie também traz em seu elenco Liv Tyler (de “The Leftovers”), Peter Mullan (de “Ozark”) e Mark Gatiss (de “Sherlock”).

Falando da parte técnica, a minissérie possui três capítulos de quase uma hora. O primeiro episódio serviu apenas para apresentar os personagens, ou seja, foi bem lento, com cenas longas – até achei que seria pouco ter apenas mais dois episódios, mas a história foi bem desenvolvida neles. As cenas foram bem dirigidas e o roteiro foi bem desenvolvido. O grande destaque é a recriação da Inglaterra de 1605 – tem paisagens lindas, aquele filtro antigo e escuro, além do figurino perfeito. Outro ponto positivo é o elenco, que está muito bem.

Enfim, “Gunpowder” é uma ótima dica de minissérie para assistir; é um pouquinho arrastada, mas a história é bem interessante. Alguns podem achar as cenas bem pesadas (inclusive isso foi motivo de várias reclamações quando a produção foi exibida no Reino Unido) – tem muitas cenas de violência e tortura. Enfim, vale a pena conferir, pois é uma boa produção e com ótimo elenco.

#Filmes | Jungle

Oi gente,
Durante o feriado assisti a um filme super bacana que quero indicar a vocês. “Jungle” (ainda sem nome definido no Brasil) traz o ator britânico Daniel Radcliffe, conhecido por interpretar o bruxo mais famoso do mundo – Harry Potter, em um papel surpreendente. O longa estreou nos Estados Unidos no dia 20 de outubro, mas ainda não tem data de estreia nos cinemas brasileiros, porém dá para assistir online em vários sites.

Na trama, Radcliffe interpreta Yossi Ghinsberg, um jovem turista israelita que viaja pela Bolívia em 1981 e cruza com um aventureiro chamado Karl (Thomas Kretschmann). O jovem recebe um convite a embarcar em busca de ouro numa tribo indígena, que reside numa parte remota da floresta da Amazônia. Yossi fica fascinado com a oferta e atira-se de cabeça à ideia de explorar o desconhecido, conseguindo convencer os seus dois amigos, Kevin (Alex Russell) e Marcus (Joel Jackson) a juntarem-se a ele.

O elenco está muito bem. Daniel Radcliffe se entrega totalmente ao papel – o ator chegou a emagrecer muitos quilos para poder gravar as cenas em que fica perdido no meio da floresta. Os jovens Alex Russell (de Carrie, A Estranha) e Joel Jackson (de Peter Allen) também tiveram ótimos desempenhos.

A direção fica a cargo de Greg McLean, conhecido por bons filmes de terror como Wolf Creek: Viagem ao Inferno, Morte Súbita e o ótimo The Belko Experiment. Na parte de cinematografia, McLean faz um ótimo trabalho, tirando o máximo de proveito das paisagens naturais. Há planos belíssimos, e o ambiente parece refletir o clima instável que paira sobre Yossi e seus amigos, anunciando a tragédia que a viagem reserva. Um único ponto negativo que destaco é a demora para se desenvolver o filme. O diretor gasta mais de trinta minutos até chegar no que realmente interessa. Outros destaques foram a edição e a trilha sonora.

“Jungle” é um filme que poderia ter algumas indicações no Oscar 2018. A história é baseada em fatos reais, portanto é uma boa opção para assistir em casa (ou então nos cinemas, quando estrear). Não quero dar spoilers, mas o final é bem surpreendente e (um pouco) triste. Vale a pena conferir. 

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#Séries | Stranger Things 2

Oi gente!

Finalmente a Netflix lançou a 2ª temporada do fenômeno Stranger Things!! Estávamos muito ansiosos pela volta de Eleven e companhia. E preciso dizer que a nova temporada não decepcionou, foi tão incrível quanto a primeira – os irmãos Duffer nos presentearam com mais nove episódios recheados de suspense e muitas referências aos anos 80.

A nova temporada se passa um ano após o final da primeira, que inclusive nos deixou muitos questionamentos, principalmente com relação à Eleven (Millie Bobby Brown), que supostamente havia explodiu junto com o Demogorgon. Temos também o caso de Will (Noah Schnapp). Após ser resgatado do Mundo Invertido, o garoto parecia normal, mas nos momentos finais da temporada anterior podemos ver o garoto vomitando uma criatura estranha e tendo uma breve visão do Mundo Invertido. E já cabe aqui fazer um parênteses para elogiar o talento desses dois atores!! (Millie Bobby Brown perfeita como sempre interpretando a Eleven – muito amor por ela! Já Noah Schnapp, que não havia aparecido muito na primeira temporada, simplesmente arrasou! Um show de atuação!)

Will após tudo o que passou no Mundo Invertido, segue sua vida com o apoio dos amigos Mike (Finn Wolfhard), Dustin (Gaten Matarazzo) e Lucas (Caleb McLaughlin), da mãe Joyce (Winona Ryder) – cada vez mais super protetora e do xerife Hopper (David Harbour), que começou a investigar plantações locais de abóbora que estão apodrecendo misteriosamente. Temos também a história do trio Nancy (Natalia Dyer), Jonathan (Charlie Heaton) e Steve (Joe Keery). A garota não se conforma com o encobrimento da morte da amiga Barb e tenta “fazer justiça” ao mesmo tempo que se vê dividida amorosamente entre o namorado Steve e o amigo Jonathan.

Além disso, a segunda temporada trouxe novos personagens – com destaque para os irmãos Max (Sadie Sink) e Billy (Dacre Montgomery). A garota enfrenta problemas familiares e veio para se juntar ao grupo dos meninos, após o sumiço de Eleven. Foi muito divertida a relação dela com o Dustin e Lucas, que passam a disputar cada vez mais a sua atenção. Já o irmão Billy veio para ser o novo embuste da história, já que o Steve ficou bonzinho e começou a ajudar os garotos. Tem a irmã do Lucas – a garotinha com uma cena já conquistou a todos! E tem também o ator Sean Astin – para quem não se lembra, ele fez o Sam na trilogia Senhor dos Anéis e também era o Mikey de Os Goonies – e agora faz o novo namorado da Joyce. Ele apareceu pouco, mas nos conquistou super!! #tristes #QuemAssistiuVaiEntender.

No geral eu gostei bastante dessa segunda temporada, principalmente pelas referências à cultura pop dos anos 80 – os meninos vestidos como Caça Fantasmas, o filme Exterminador do Futuro passando nos cinemas e em comerciais na TV, a relação de Dustin e Dart como em E.T, além da trilha sonora recheada de sucessos. Ainda há muitas referências, que com certeza dariam um post – comentem aí se vocês gostariam que eu fizesse esse post só contando as referências e easter eggs de Stranger Things.

Outro destaque são as relações criadas entre os personagens, principalmente entre o Hopper e a Eleven – ele a protegeu e a escondeu na sua cabana e, para quem não lembra, na primeira temporada mostrou que ele perdeu uma filha, então a relação dos dois é super emocionante, principalmente no final. Tem também o Dustin e o Steve, que ficaram super amigos e foi uma relação bem imprevista – o Steve deixou de ser aquele cara chato e começou a ajudar as crianças, inclusive ele dando conselhos para o Dustin de como se conquistar as meninas foi super engraçado. E por fim, merece destaque a relação mãe-filho da Joyce e o Will – a Wynona Ryder arrasou na cena do exorcismo do filho. Foi show!

Mas ainda assim, tenho algumas críticas – na minha opinião poderiam ter explorado mais a Eleven, ela foi o grande sucesso da primeira temporada e teve menos destaque nessa. Acredito que irão fazer isso na terceira temporada, que deve girar mais em torno do laboratório, do Dr. Brenner e das crianças que serviam como experimento. Inclusive houve um episódio só para mostrar a Eleven descobrindo algumas coisas do passado, mas foi um capítulo um pouco controverso, alguns gostaram, outros odiaram porque fugiu do estilo de gravação da série. Fiquei um pouco decepcionado também com o surgimento dela no primeiro episódio – eu esperava algo mais impactante e acabou sendo uma cena óbvia.

Enfim, a série continuou com o alto nível da primeira temporada, continua sendo super original, trouxe uma fotografia e efeitos visuais bem melhores, um elenco mega afiado – as crianças principalmente são o grande destaque, a história foi bem desenvolvida e ainda deixou ganchos para a próxima temporada. Quem ainda não viu Stranger Things está perdendo uma série incrível!

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#Livros | Não me Esqueças

Aos vinte e um anos, Lizzie deveria estar empenhada em fisgar um noivo e finalmente se casar. Entretanto, após uma decepção amorosa, o coração da jovem só palpita por sua grande paixão — os estudos sobre o povo e a cultura celtas. Esse interesse faz com que ela troque os concorridos salões de baile de Londres pelas estradas desertas e sinuosas das Highlands escocesas. Ali, ela conhecerá Gareth, o enigmático líder do clã que vive no local mais remoto e bucólico da Escócia. Envolto em uma aura de mistério, ele luta para manter suas tradições, seus segredos e, principalmente, seu povo em segurança. Vindos de mundos tão diferentes, mas unidos por uma atração irresistível, Lizzie e Gareth vivem uma paixão proibida e desafiadora.

Autora: Babi A. Sette
Editora: Verus
Páginas: 350
Skoob
Onde Comprar: Americanas | Submarino | Saraiva | Fnac

Oi gente,

Primeiramente, aqueles que seguem o blog, com certeza perceberam que ficamos algumas semanas fora do ar! Pessoal, desculpa! Tivemos um problema sério com a Locaweb, que hospeda os dados do blog – eles simplesmente perderam todos os nossos arquivos! Mas enfim, o problema parece que foi resolvido e estamos de volta com tudo!! E cheios de dicas novas para compartilhar…

Há um tempo eu havia postado sobre o lançamento do novo livro da Babi A. Sette (AQUI) e percebi que muitos leitores ficaram bem entusiasmados e ansiosos para conferir “Não me Esqueças”. Confesso que eu também fiquei, tanto que devorei o livro assim que recebi e hoje trago para vocês a resenha dele.

Ah detalhe, recebi uma dedicatória no meu livro super bacana, e também ele veio com uma capinha linda e mega cheirosa.

“Não me Esqueças” conta a história de Elizabeth Harold Lizzie – filha de um duque Inglês e apaixonada pela cultura celta. No início do livro, acompanhamos a sua infância bem rapidamente até a sua adolescência, quando começa a frequentar os bailes da alta sociedade de Londres e, consequentemente, ter que se preocupar com um casamento. Na verdade, Lizzie não está muito interessada em se casar, mas por insistência dos pais acaba se envolvendo com um jovem, que a trai. Desiludida, Lizzie consegue convencer seu pai a fazer uma viagem para a Escócia, com o intuito de estudar mais a cultura do povo antigo.

No caminho, sua carruagem sofre um acidente e Lizzie fica desacordada na floresta, sendo salva por um homem mascarado, dono de um “lobo” (com o qual ela sempre sonhou), que a leva para seu castelo e para viver junto às pessoas estranhas que a rejeitam por ser inglesa.  Assim que acorda, Lizzie reconhece o castelo como sendo de uma lenda muito antiga e se assusta com o seu “herói” – Gareth é o líder de um clã que vive recluso do mundo. No início ele tem um humor violento, mas com o passar dos capítulos vai se revelando um homem justo, apegado às suas tradições e que esconde um grande segredo e sofrimento.

“Não me Esqueças” é um livro bem interessante. Desde o início nos identificamos com a protagonista Lizzie e torcemos para que seus sonhos se tornem realidade. Assim que ela conhece Gareth, também ficamos vibrados para que o casal se acerte e finalmente tenham um final feliz. A narrativa do livro é bem interessante, em terceira pessoa, o que contribui para o interesse nos personagens. Na minha opinião, faltou uma força maior nos vilões da história, mas no final, o livro tem uma grande reviravolta que nos deixa de boca aberta.

A obra foi publicada pela Editora Verus e tem uma edição bem bacana, tanto que a capa está maravilhosa! A cada início de capítulo temos uma observação feita pela Lizzie em seu diário, então é como se pudesses saber o que passa em sua cabeça e coração. Também dá para perceber o ótimo trabalho de pesquisa da autora em relação à cultura celta e suas tradições. “Não me Esqueças” é um livro de época que nos remete a um tempo mágico, com um amor “quase impossível” e que nos faz vibrar a cada capítulo. Super recomendo!

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#TAG – Minha Série vs. Sua Série

Oi gente,
Hoje trago uma TAG bem bacana para vocês – “Minha Série vs. Sua Série”… E eu convidei uma amiga – a Stéphanie Segal, do blog Look Day para participar também! A TAG traz algumas perguntas, referentes a séries, e nós iremos responder. Será que teremos alguma em comum??

E não se esqueçam de visitarem o blog da Sté – têm várias dicas de moda, beleza e viagens! É só acessar o link aqui! E bora ver as nossas respostas!

1 – Qual a sua série do coração/favorita de todos os tempos?
Felipe: Vou amar sempre – Friends
Sté: Gossip Girl e The Vampire Diaries

2 – Qual série você está viciado?
Felipe: No momento, This is Us – gente, que série incrível!
Sté: Grey’s Anatomy – já assisti duas vezes.

3 – Qual série que todo mundo gosta, menos você?
Felipe: The Walking Dead
Sté: Game of Thrones

4 – Qual protagonista você odeia, mas gosta da série em geral?
Felipe: Carrie, de Homeland
Sté: Alison, de Pretty Little Liars

5 – Qual foi a primeira série que você assistiu na vida?
Felipe: Smalville – quando passava no SBT
Sté: The OC

6 – Qual série tem o melhor figurino?
Felipe: The Crown, da Netflix.
Sté: Sex and the City e Gossip Girl.

7 – Qual personagem que você tem algo em comum?
Felipe: Pergunta difícil essa! Poderia citar Clark Kent/Superman, já que nós dois somos jornalistas, e as semelhanças param por aí haha.
Sté: nossa, não sei responder.

8 – Qual personagem você mais odeia?
Felipe: São tantos haha, mas vou citar a Cersei Lannister, de Game of Thrones – e olha que o que mais tem em GoT são personagens odiados, mas ela consegue ganhar todo o meu ódio.
Sté: Tyler de Vampire Diaries, mega chato.

9 – Qual série tem vontade de ver?
Felipe: no momento estou bem curioso para acompanhar The Gifted.
Sté: The Good Place.

10 – Qual série começou boa, mas ficou ruim ao longo das temporadas?
Felipe: The Vampire Diaries – adorava demais, mas as temporadas finais foram sofridas.
Sté: Narcos e The Originals.

11 – Série cancelada prematuramente
Felipe: Sense8, ainda mais com aquele mega gancho no final da temporada.
Sté: eu adorei GirlBoss e fiquei bem triste quando foi cancelada.

12 – Pior série que já assistiu?
Felipe: Supernatural – haters por favor, não me odeiem!!
Sté: The OA.

13 – Qual série/programa/reality que você sabe que é ruim, mas você gosta e tem vergonha de falar que assiste?
Felipe: Keeping Up with the Kardashians
Sté: BBB

14 – Série favorita da Netflix (com pelo menos 2 temporadas)
Felipe: Vou precisar citar duas que eu adoro muito – Stranger Things e House of Cards.
Sté: Gilmore Girls (não tem duas temporadas, mas é a minha preferida).

15 – Qual sua série favorita teen?
Felipe: eu pensei em falar Smalville, mas eu já citei ela em outra pergunta, então vou falar Glee.
Sté: Heartland.

Eaí, gostaram da nossa TAG? Concordam com as nossas respostas? Deixe aí nos comentários a sua opinião e me digam qual a sua série preferida?

#Séries | Atypical

Oi gente,
Hoje tenho uma dica de série bem bacana – “Atypical” é a nova produção da Netflix, que mistura drama e comédia ao contar a história de Sam (Keir Gilchrist, de “United States of Tara”), um jovem autista de 18 anos que está em busca de sua própria independência, tentando arrumar uma namorada. Nesta jornada, repleta de desafios, mas que rende algumas risadas, ele e sua família aprendem a lidar com as dificuldades da vida e descobrem que o significado de “ser uma pessoa normal” não é tão óbvio assim.

E o mais legal da produção é que ela não foca totalmente no drama de Sam, mas sim na história da família toda – a mãe Elsa (Jennifer Jason Leigh, indicada ao Oscar por “Os Oito Odiados”), que é super protetora e passa por problemas no casamento, o que a leva a ter um caso extraconjugal com Nick (Raul Castillo, de “Gotham”); o pai Doug (Michael Rapaport, de “Boston Public” e “Prison Break”), que não possui muitas coisas em comum com o filho, mas tenta se aproximar dele e entende-lo; a irmã Casey (a estreante Brigette Lundy-Paine), que sempre viveu à sombra do irmão e agora está conseguindo suas próprias conquistas ao lado do namorado Evan (Graham Rogers); e por fim, a terapeuta Julia (Amy Okuda), que também tem um papel muito importante no desenvolvimento de Sam.

Eu simplesmente adorei “Atypical” porque consegue juntar o drama e a comédia, sem ser clichê ou muito didático. E não tem como não gostar do protagonista Sam – devido ao autismo, ele é muito direto, fala tudo o que pensa sem ter um “filtro” e também tem dificuldades para se socializar, tanto que a típica e já batida história de namoro adolescente ganha uma outra visão mais humana.

E para mim, o grande destaque no elenco, além do ator Keir Gilchrist, é a jovem Brigette Lundy-Paine, que faz a irmã Casey – é seu primeiro papel e ela simplesmente arrasa! Quando os dois irmãos estão juntos, é melhor ainda. A personagem também traz uma história carregada – ela é a mais nova, porém nunca teve atenção dos pais, já que os cuidados eram voltados sempre para o Sam, além disso ela tem um jeito mais masculino e precisa se esforçar ao máximo para ser notada, tanto que a válvula de escape dela é o atletismo – ela se esforça tanto que consegue uma bolsa numa das melhores escolas e ainda assim não tem todo o reconhecimento por parte dos pais. E, se não bastasse tudo isso, é ela quem descobre que a mãe tem um amante. Sério mesmo, Brigette Lundy-Paine é uma grande revelação.

A direção e produção da série (a cargo de Robia Rashid, de “How I Met Your Mother”) também é ótima – tem várias cenas em plano fechado, principalmente quando mostra o Sam – tem muito jogo de luz e som para que o espectador possa ver e sentir o que o protagonista está passando. E tem uma cena (não quero dar muitos SPOILERS), mas é uma cena incrível quando o Sam tem um “surto” no ônibus – é para chorar litros! E a trilha sonora também é sensacional.

Com 8 episódios que não perdem tempo e vão direto ao ponto – ou seja, dá para fazer aquela maratona básica – “Atypical” emociona sem ser melodramático, faz rir sem precisar fazer piadas forçadas e ainda traz um tema importante a ser ampliado na sociedade. Vale muito a pena conferir.

#Livros | Meus Dias com Você

Numa fatídica manhã, Ed e Zoe têm uma discussão terrível, algo recorrente no seu casamento em crise, e ela acaba se despedindo de forma brusca quando ele sai para o trabalho. Pouco tempo depois, um ônibus acerta a bicicleta de Ed, matando-o e deixando Zoe arrasada por não ter lhe dito quanto o amava. Se tivessem ficado mais um pouco juntos aquela manhã, ele ainda estaria vivo? Será que poderiam ter reconstruído o amor que os unira? Após dois meses, Zoe ainda não conseguiu se conformar. De luto, decide cuidar do jardim do marido, quando acaba caindo e desmaiando. Então, algo estranho acontece: ao acordar, ela está em 1993, no dia em que conheceu Ed na faculdade. A partir desse instante, Zoe passa a reviver momentos cruciais de sua vida e percebe que talvez tenha conseguido uma segunda chance.

Autora: Clare Swatman
Editora: Arqueiro
Páginas: 288
Skoob
Onde Comprar: Americanas | Submarino | Saraiva Fnac

“Meus Dias com Você” é o livro de estreia da inglesa Clare Swatman e publicado no Brasil pela Editora Arqueiro. Trata-se de uma história bem interessante sobre perda, superação e recomeço, além de trazer uma linda mensagem sobre viver o hoje e aproveitar cada momento possível.

Na trama, Zoe está em luto pela morte do marido, e um dia ela cai em seu jardim, bate a cabeça e misteriosamente acorda numa manhã de 1993, quando conheceu Ed. Ao começar a reviver uma série de dias aleatórios compartilhados entre eles, ela se pergunta se ganhou uma nova chance de evitar sua morte, se está em coma ou se simplesmente está tendo a oportunidade de passar um pouco mais de tempo ao lado do homem da sua vida.

O que eu quero contar a ela é o seguinte: que Ed morreu e, por alguma razão bizarra e inexplicável, estou revivendo minha vida e tentando desesperadamente fazer as coisas de forma diferente para que ele não morra; que eu nunca vou me perdoar por nosso casamento ter se esvaziado; (…) que fico enjoada só de pensar que, mesmo depois de tudo isso, eu talvez ainda não seja capaz de evitar a morte de Ed” (página 196)

Confesso que demorei um pouco para engrenar na leitura, mas o desenvolvimento fica melhor ao longo dos capítulos. A história é bem leve e romântica, com várias situações divertidas e fofas. Outro aspecto positivo é o casal principal. Apesar de sabermos que Ed morreu, torcemos até o último parágrafo para que isso não tenha acontecido, para que eles tenham o seu final feliz. Zoe e Ed possuem muita química, tanto que eu vibrei em vários momentos do livro. Já um ponto negativo que eu notei é que existem algumas coisas que não tem muita lógica. A protagonista revive diversos momentos (que ela já viveu) e ainda assim se surpreende ou não sabe o que vai acontecer, já em outros momentos ela sabe – fica um pouco confuso.

Mas no geral, é um livro bacana, com uma narrativa agradável, com uma reflexão importante sobre vivermos os momentos especiais da melhor forma possível, tem também uma diagramação boa e a capa é super linda (eu comprei mais pela capa do que pela história haha). Super indico.